
eu não quero partir de um passado que nunca existiu
perder ou ganhar uma consciência que me atenua
os actos não me quero sentir observado por mim
mesmo ou sequer separado ausente envidraçado
numa idade que não é a minha não me apetece
outra vez o jogo da sorte da vida ou da morte não quero
ser constituinte apenas de um fio devidamente enrolado
não quero e não posso porque não tenho passado.
perder ou ganhar uma consciência que me atenua
os actos não me quero sentir observado por mim
mesmo ou sequer separado ausente envidraçado
numa idade que não é a minha não me apetece
outra vez o jogo da sorte da vida ou da morte não quero
ser constituinte apenas de um fio devidamente enrolado
não quero e não posso porque não tenho passado.
Nenhum comentário:
Postar um comentário